Quando Francine Limberger, do SP2B, nos convidou para participar do painel “De Onde Tirar Ideias para Novos Negócios... e Implementar”, imaginávamos ir ao evento por dois dias. Um para conhecer. Outro para palestrar. Fomos cinco. E acho que isso já diz bastante sobre o que encontramos por lá.
A primeira edição do SP2B — São Paulo Beyond Business ocupou o Parque Ibirapuera durante oito dias com aproximadamente 750 painéis, mil horas de conteúdo, dois mil palestrantes e 20 palcos. O balanço divulgado após o encerramento registrou 49.813 participantes credenciados, além de programação cultural, filmes, experiências e 42 shows.
Mas números não explicam muito bem o que foi estar ali.

A ideia era ficar dois dias. Ficamos cinco. O SP2B acabou sendo muito maior, em tamanho e em repertório, do que imaginávamos quando recebemos o convite.
Também havia o lugar.
Como arquiteta, era impossível não olhar.
Saíamos de uma discussão sobre inteligência artificial, negócios ou futuro do trabalho e encontrávamos as curvas, os vazios, as marquises, as árvores, a luz atravessando a arquitetura.
O conjunto do Ibirapuera é um marco da arquitetura moderna brasileira, com edifícios culturais de Oscar Niemeyer conectados pela grande marquise e pensados em relação direta com a paisagem.
Talvez seja uma deformação profissional, mas meus olhos descansavam ali.
E o coração também.
Em alguns momentos, a cabeça estava cheia demais. Bastava sair, andar um pouco, olhar aquela arquitetura se misturando com a natureza e tudo parecia voltar para o lugar.

Entre uma palestra e outra, um respiro. Para os olhos da arquiteta e para a cabeça da empreendedora.
Uma das conversas que mais me impactaram empresarialmente foi o painel: “Inovação: Reinventando o Amanhã, Hoje”- mediada por Pedro Bial, com Ricardo Guerra, CIO do Itaú Unibanco, e Gabriele Zuccarelli, Partner da Bain & Company.
Curiosamente, em um painel sobre inovação e inteligência artificial, falou-se muito sobre gente.
Ricardo Guerra resumiu depois do evento uma ideia importante: à medida que os modelos de IA se democratizam, a diferenciação tende a estar menos na tecnologia em si e mais na capacidade de combiná-la com conhecimento profundo do cliente, contexto, expertise de negócio e execução.
Outra pessoa que assistiu ao encontro registrou uma provocação que traduz muito bem o espírito da conversa: sair da pergunta “o que conseguimos fazer com IA?” para perguntar qual problema real estamos resolvendo e quanto valor estamos gerando.
Foi impossível não pensar no Projeto Mobiliando.
Podemos colocar milhares de sofás, mesas ou armários diante de uma inteligência artificial. Mas ela continua precisando entender a casa, as dimensões, a circulação, quem mora ali, o que aquela pessoa precisa, o que pode pagar e o que realmente resolve sua vida.
Tecnologia sem contexto continua podendo dar uma resposta muito sofisticada para a pergunta errada.
E há uma discussão maior acontecendo agora no mundo do trabalho. Um estudo recente da Organização Internacional do Trabalho estima que cerca de um em cada quatro empregos tem algum grau de exposição à IA generativa, mas aponta que transformação das funções é mais provável do que substituição integral. O Fórum Econômico Mundial, por sua vez, continua colocando criatividade, resiliência, flexibilidade e outras capacidades humanas entre as competências essenciais para os próximos anos.
Eu prefiro olhar para esse futuro assim. Não quero uma IA cuja principal medida de sucesso seja quantas pessoas ela consegue retirar de uma empresa. Quero uma IA que retire das pessoas aquilo que é repetitivo, mecânico e improdutivo para que elas possam pensar melhor, criar melhor, atender melhor e viver melhor.
IA útil começa menos na ferramenta e mais no problema humano que queremos resolver.

Uma das conversas que mais nos impactaram: quanto mais a IA evolui, mais contexto, conhecimento do cliente e capacidade humana parecem importar.
A palestra de Lucas Infante, fundador da Food To Save, com Danilo G. e mediação de Edu Valladares, tinha um título quase irresistível para quem empreende: “Da Garagem ao Domínio de Mercado: O Que Aprender Com Quem Já Percorreu Esse Caminho?”
A melhor parte foi justamente não romantizar a garagem.
O painel tratou do que acontece depois da validação: cultura, visão de produto, erros, decisões difíceis e mudanças de rota. Edu Valladares resumiu depois a conversa como um exercício de aprender, desaprender e evoluir conforme a empresa cresce.
Essa talvez seja uma das partes menos glamourosas de empreender.
Criar alguma coisa é estimulante. Perceber que alguém quer aquilo é maravilhoso. Mas fazer uma empresa sobreviver, mudar o que precisa ser mudado, construir receita e continuar aprendendo mesmo quando já sabemos bastante é outro trabalho.
Conversamos com Lucas depois da palestra. Gosto particularmente desses momentos porque o palco entrega conhecimento, mas a conversa curta no corredor muitas vezes entrega humanidade.
A palestra terminou, a conversa continuou. Uma das coisas mais valiosas de um evento assim acontece justamente fora do palco.

Escalar não é simplesmente acelerar. É continuar aprendendo quando já seria muito fácil acreditar que você sabe.
Confesso que fui assistir ao painel de Ana Paula Renault sem saber exatamente o que esperar. “O Efeito Multiplicador: Histórias que Impulsionam Histórias” sai pensando em pequenas empresas brasileiras.
No palco, ela reuniu empreendedores da Nega Lora Acessórios, Ser’Tão Encantado, Louloux Shoes e Fitlegs, marcas que tiveram produtos e negócios impulsionados pela visibilidade que ganharam durante e depois do BBB. A Folha registrou casos de produtos que esgotaram e audiências que cresceram rapidamente depois dessa exposição.
Mas achei importante uma coisa que Ana Paula fez questão de dizer: o holofote não bastaria sem o trabalho e o talento que já existiam do outro lado.
Em tempos em que todo mundo precisa produzir conteúdo, entender algoritmo, aparecer, postar, impulsionar e competir por atenção, é fácil esquecer disso.
Visibilidade ajuda muito. Mas ela precisa encontrar alguma coisa verdadeira quando chega.

O poder da visibilidade quando ela encontra pequenos negócios que já têm produto, identidade e muito trabalho por trás. O holofote amplia. Ele não substitui talento, produto bom e trabalho.
Manu Gavassi, Monique Evelle e Tata Estaniecki, com mediação de Soraia Alves, falaram sobre algo que as redes sociais muitas vezes escondem: transformar criatividade e visibilidade em uma carreira sustentável também exige gestão.
Manu trouxe uma provocação interessante ao contar que diminuir a exposição não destruiu sua relevância, ao contrário, ajudou a perceber a força da marca que havia construído. Já Monique Evelle, empreendedora e investidora do Shark Tank Brasil, levou a conversa para o negócio: chega um momento em que talento e autenticidade precisam conviver com contrato, receita, equipe, processos e escolhas.
E Tata lembrou de uma palavra igualmente importante para quem constrói uma marca: não. Nem toda oportunidade precisa ser aceita.

Relevância é importante. Autonomia para escolher o que fazer com ela é ainda mais.
Voltamos ao assunto de influência no sábado, com Maisa, Luana Benfica, Tatiana Ponce, da Natura, e Maiara Garbin, no painel “Da Influência ao Negócio”.
A conversa me interessou pela maturidade com que tratou algo que muitas vezes é reduzido a números.
Maisa falou sobre constância e sobre escolher com cuidado as marcas às quais associa sua imagem. Para ela, a publicidade funciona melhor quando existe alinhamento real com a mensagem — a ponto de a comunicação sair de forma natural.
Parece óbvio. Mas basta abrir qualquer rede social para perceber que não é.
Estamos todos disputando atenção. Empresas, creators, jornalistas, especialistas, amigos, desconhecidos, algoritmos.
E, nesse cenário, talvez confiança esteja se tornando um ativo ainda mais raro do que alcance.

Alcance chama atenção. Coerência é o que permite transformar atenção em confiança.
Talvez um dos painéis que tenha falado mais diretamente comigo tenha sido“Os Novos Desafios da Liderança”, com Ana Paula Padrão, Luiza Helena Trajano e Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
Havia ali uma discussão sobre liderança, decisão, inovação e transformação. Mas, para mim, havia também uma camada geracional e feminina.
Danielle e eu somos duas mulheres empreendendo. Somos de uma geração que não nasceu digital; mas isso não significa, de forma alguma, que a tecnologia tenha chegado tarde à nossa vida profissional.
No meu caso, ela sempre esteve lá. A empresa que deu origem ao Projeto Mobiliando trabalha com computação gráfica. Dei aulas de AutoCAD ainda em DOS. Atravessamos a evolução da visualização arquitetônica, trabalhamos com experiências em óculos 3D, fomos à SIGGRAPH, em 2013, e durante toda a carreira acompanhamos novas ferramentas tentando entender não apenas como utilizá-las, mas o que elas poderiam melhorar no nosso trabalho.
Com negócios aconteceu algo parecido.
O Projeto Mobiliando nos obrigou a aprender uma segunda linguagem além da arquitetura: empreendedorismo, modelo de negócio, validação, vendas, impacto, métricas, mercado. Desde o início, estudar, buscar mentorias e participar de programas de aceleração fez parte do processo, e continua fazendo.
Por isso, talvez eu não me identifique tanto com a ideia de que precisamos “correr atrás da tecnologia”.
Sempre corremos junto com ela.
O que mudou foi a velocidade...
A inteligência artificial é mais uma transformação enorme, provavelmente uma das maiores que já atravessamos profissionalmente, e exige novamente disposição para estudar, experimentar, questionar e aprender.
Mas também há algo que os anos ensinam e que não gostaria de perder nessa corrida: repertório, capacidade crítica e experiência para distinguir novidade de valor.
Não acredito que experiência e inovação estejam em lados opostos.
Acredito que o desafio esteja justamente em juntar as duas.
Aprender o novo sem jogar fora o que os anos ensinaram. Usar tecnologia sem terceirizar pensamento. E continuar mudando sem precisar apagar a história que nos trouxe até aqui.

Inovar não é começar do zero a cada nova tecnologia. É continuar aprendendo e levar todo o repertório acumulado para construir o próximo passo.
No mesmo dia da nossa palestra, assistimos a Nizan Guanaes e Gabriela Prioli em “A Economia da Atenção: A Felicidade É Que Traz Dinheiro”.
O título já era uma provocação.
A discussão começou na economia da atenção, mas avançou para propósito, sentido e para a dificuldade de ser feliz em um mundo que nos mede o tempo inteiro.
Nizan provocou a plateia olhando para perguntas que jovens fazem hoje às IAs: como ficar rico, que profissão escolher, como ter sucesso sem sacrificar a vida pessoal. E defendeu que propósito e felicidade não deveriam aparecer apenas depois de todas as outras metas serem cumpridas.
Achei especialmente interessante ouvir isso no meio de um evento de negócios.
Porque empreendedores aprendem rapidamente a falar de crescimento, margem, escala, CAC, conversão, produtividade.
Mais raramente alguém pergunta:
E você? Está bem?

Felicidade não deveria ser o prêmio recebido depois do sucesso. Precisa caber no caminho.
Essa pergunta apareceu novamente em outras palestras.
Christian Dunker e Rosana Hermann, em “Atenção Sequestrada”, discutiram propósito, bem-estar e nossa capacidade de manter foco e pensamento crítico num ambiente construído para disputar atenção continuamente.
Mari Krüger, Alexandre Coimbra Amaral e Bookster foram ainda mais diretamente à questão da fadiga mental. O painel “A Economia da Atenção e a Fadiga Mental Coletiva” perguntava se as próprias ferramentas vendidas para aumentar foco, equilíbrio e produtividade estão combatendo o esgotamento ou apenas nos adaptando melhor à lógica que o produz.
E o encontro com Drauzio Varella, Poliana Abritta, Pâmela Vaiano e Rose Marie Santini trouxe um outro lado do mesmo mundo digital: confiança e desinformação. NO painel “Influência e confiança: o valor da credibilidade na era da complexidade” Drauzio relatou o uso indevido de sua imagem e voz em falsificações produzidas para vender medicamentos, colocando o problema dos deepfakes muito além da reputação individual.
A mídia tem tratado cada vez mais essas questões não como curiosidades tecnológicas, mas como problemas de trabalho, saúde, comportamento e confiança. E faz sentido.
Eu gosto de tecnologia. Uso. Estudo. Quero entender cada vez mais. Mas não quero que a tecnologia apenas me permita encaixar mais vinte tarefas nas duas horas que ela supostamente me poupou. Se ela nos devolver tempo, que saibamos fazer alguma coisa humana com ele.
Criar. Conversar. Pensar. Andar num parque. Não fazer absolutamente nada por alguns minutos.


Se a tecnologia nos devolve tempo e imediatamente o ocupamos com mais cobrança, talvez ela não tenha nos devolvido nada.
O painel “Impacto com Escala: As Mulheres que Estão Redesenhando a Filantropia Brasileira”, promovido pela Aladas, reuniu Carola Matarazzo, Geyze Diniz e Ana Sarkovas, com mediação de Andrea Bisker.
Falou-se sobre investimento social privado, parceria com o poder público, evidências, mensuração e sobre a necessidade de construir ecossistemas para que uma boa iniciativa deixe de ser apenas pontual e consiga produzir mudança estrutural. O Movimento Bem Maior resumiu a mensagem pós-evento de forma bastante clara: escala depende de redes, lideranças locais, evidências e acompanhamento contínuo.
Foi outro painel que tocou diretamente numa questão nossa.
O Projeto Mobiliando nasceu para melhorar a vida das pessoas dentro de casa. Esse propósito continua absolutamente verdadeiro. Mas somos uma startup.
Precisamos pagar profissionais, tecnologia, produção, impostos. Precisamos pesquisar, criar, comunicar, crescer. Precisamos existir amanhã para continuar fazendo impacto depois de amanhã.
Às vezes existe quase uma culpa em falar de dinheiro quando o negócio nasceu de uma causa social. Não deveria. Se queremos alcançar uma família, podemos fazer uma boa ação. Se queremos alcançar milhares ou milhões, precisamos construir um sistema sustentável.
Impacto e resultado financeiro não precisam ser inimigos. Para um negócio de impacto, monetizar também é uma condição de permanência.

Para continuar gerando impacto, o negócio precisa continuar existindo. E isso exige estratégia, escala e receita.
No dia 14 de agosto, às 14h45, subi ao Builder Stage, no Pavilhão da Bienal, para o painel “De Onde Tirar Ideias para Novos Negócios... e Implementar”, ao lado de André Purri, fundador da Alymente, com mediação de Vini Aranha.
A própria descrição oficial do SP2B propunha abrir os bastidores: de onde veio a ideia, como foi testada, o que precisou pivotar e o que só ficou claro depois que o negócio começou a funcionar.
Contei uma história que conheço bem : A do Projeto Mobiliando.
E uma das coisas que mais quis deixar naquele palco foi que bons negócios nem sempre começam com uma ideia brilhante. Às vezes começam com um problema. No nosso caso, uma casa pequena. Uma família realizando o sonho do primeiro imóvel. Móveis que não cabem. Dinheiro contado. Arquitetura inacessível para boa parte da população.
Começamos tentando resolver isso de uma maneira. Depois de outra. Erramos modelos. Mudamos caminhos. Estudamos. Continuamos.
O problema, porém, nunca deixou de existir.
O mundo das startups costuma gostar muito da palavra “pivotar”. Mas acredito que existe uma diferença importante entre se apegar teimosamente a uma solução e insistir num problema que continua pedindo uma resposta melhor.

Uma boa ideia pode começar simplesmente por um problema que ninguém olhou de perto o suficiente.
Depois de alguns dias ouvindo tanta gente, chegou minha vez de compartilhar erros, mudanças de rota e aprendizados de quem continua construindo.

Levar a casa popular brasileira para uma conversa sobre inovação e empreendedorismo teve um significado muito especial para mim.

Acho que essas são as três palavras que eu trouxe para casa.
Estudar, porque o mundo está mudando rápido demais para acreditar que a experiência acumulada basta.
Criar, porque tecnologia disponível para todo mundo torna repertório, pensamento e capacidade de fazer perguntas ainda mais valiosos.
Humanizar, porque não vejo sentido em construir empresas mais eficientes se elas produzirem pessoas mais cansadas, relações mais frágeis e uma vida pior.
Talvez seja por isso que dois dias se transformaram em cinco. Queríamos ouvir mais. E também porque foi muito bom estar ali. como espectadora, achei a curadoria rica e surpreendentemente diversa.
Como participante, encontrei uma equipe cuidadosa, organizada e profissional.
Meu agradecimento especial à Francine Limberger, que abriu essa porta e fez o convite ao Projeto Mobiliando; à Ana Júlia Pimentel; e a toda a equipe de produção do SP2B, pelo cuidado antes, durante e depois da nossa participação.
E existe ainda um agradecimento muito particular.
No palco, naquele dia, estava eu. Mas Danielle Stern, minha sócia, estava inteira lá, a um passo na primeira fila.
São anos construindo essa história juntas, estudando, questionando, mudando de ideia, insistindo quando acreditamos que vale a pena, dividindo as decisões difíceis e comemorando cada pequena conquista. Uma sociedade de verdade, daquelas que atravessam tanto os momentos bons quanto os bem mais complicados de empreender.

Esses dias de SP2B também foram vividos assim: juntas, correndo de uma palestra para outra, trocando impressões, conhecendo pessoas e tentando transformar tudo aquilo em repertório para o que ainda queremos construir.
Se naquele momento fui eu quem segurou o microfone, a história que eu estava contando no palco também era nossa.
Voltamos para casa cansadas.
Mas daquele cansaço bom, misturado com vontade de estudar mais, fazer melhor e continuar.
Sem esquecer por quê.
Porque, no nosso caso, no fim de todas essas discussões sobre IA, negócios, monetização, influência, escala e futuro, existe algo muito concreto:
uma pessoa entrando em casa, fechando a porta e querendo viver bem ali dentro.
É para ela que continuamos olhando.
E talvez seja justamente isso que eu mais queira preservar enquanto aprendemos todas as tecnologias que ainda virão:
a capacidade de não perder de vista as pessoas.
Conheça a página oficial de Ana Paula Giuffrida no SP2B e o site oficial do SP2B.
Para conhecer nossa trajetória, reportagens, prêmios e programas de inovação, veja Projeto Mobiliando na mídia: trajetória, prêmios e impacto no Brasil.
O que foi o SP2B 2026?
A primeira edição do SP2B — São Paulo Beyond Business — aconteceu de 9 a 16 de agosto de 2026 no Parque Ibirapuera, reunindo negócios, inovação, tecnologia, empreendedorismo, cultura e comportamento em cerca de 750 painéis e 20 palcos.
O Projeto Mobiliando participou do SP2B?
Sim. Ana Paula Giuffrida, fundadora e arquiteta do Projeto Mobiliando, participou em 14 de agosto do painel “De Onde Tirar Ideias para Novos Negócios... e Implementar”, no Builder Stage, ao lado de André Purri e com mediação de Vini Aranha.
Quais temas mais marcaram nossa passagem pelo SP2B?
Inteligência artificial e futuro do trabalho, empreendedorismo e crescimento de startups, liderança feminina, influência e redes sociais, economia da atenção, felicidade, saúde mental, filantropia e impacto em escala estiveram entre os assuntos que mais nos provocaram durante os cinco dias de evento.